Reviravolta: Laudo confirma que mãe e filho morreram eletrocutados em piscina de pousada em Maragogi
O que parecia ser um trágico caso de afogamento duplo ganhou novos e alarmantes contornos nesta terça-feira (6). O Instituto de Medicina Legal (IML) Estácio de Lima, em Maceió, confirmou que as mortes de mãe e filho, ocorridas em uma pousada na orla de Maragogi (AL), foram causadas por eletroplessão — ou seja, uma descarga elétrica fatal.
As vítimas foram identificadas como Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, e seu filho, Arthur Klein Helfstein Alves, de apenas 11 anos. Ambos eram naturais de São Paulo e passavam férias no litoral norte de Alagoas.
O laudo pericial
Segundo o comunicado oficial, os exames cadavéricos encontraram sinais inequívocos da passagem de corrente elétrica pelos corpos, descartando completamente a hipótese inicial de que ambos teriam se afogado na piscina do estabelecimento.
A confirmação da causa da morte altera drasticamente o rumo das investigações, que agora passam a focar na infraestrutura da pousada e em possíveis falhas de manutenção na rede elétrica próxima à área de lazer.
Próximos passos
Os corpos já foram liberados para sepultamento. Agora, a Polícia Científica de Alagoas irá analisar as imagens do sistema de videomonitoramento da área da piscina para entender a dinâmica do acidente.
O conjunto probatório, incluindo os laudos do IML e do Instituto de Criminalística, será encaminhado à Polícia Civil de Alagoas, que conduz o inquérito para apurar as responsabilidades criminais (como homicídio culposo ou negligência) dos proprietários ou responsáveis pela manutenção da pousada.
Da 93Notícias