Os prós e contras da nova Fazenda
No ar só desde a última segunda-feira e com apenas três dias de exibição, toda e qualquer opinião sobre a nova “Fazenda” não vai além de uma impressão inicial.
É bem impossível ainda uma melhor opinião a respeito.
Porém, existem algumas coisas que já saltam aos olhos e podem ser comentadas ou convenientemente divididas.
Pontos a favor:
a entrada dos participantes obedeceu a uma nova mecânica, nada arrastada como das vezes anteriores, mas bem mais elegante e acelerada;
a dinâmica de apontamento, logo de cara, também contribuiu para quebrar a monotonia comum de todo primeiro dia. Oportunidade mais imediata de cada um mostrar a que veio;
e o fato de agora o programa ter mais dias ao vivo e só dois gravados, o que deve acelerar as atividades e colaborar com todo o desenvolvimento.
Pontos negativos:
falta de uma melhor explicação sobre a entrada dos “visitantes”. É algo bem abaixo, por exemplo, do significado da “Casa de Vidro” para o “BBB”. Deixou em todos a impressão da falta de alguma coisa ou de um algo a mais;
o número tão elevado de ex-Chiquititas entre os participantes. Passa a impressão de terem buscado todos em um lugar só. O famoso “já que não tem tu, vai tu mesmo”;
assim como a de outros ex-alguma coisa, que a maior parte do público tem dificuldade de identificar e saber de onde veio.
Enfim, está aí “A Fazenda 18”, com a missão de, muito em particular para a Record, levar a todos esquecerem que a recente “Casa do Patrão” um dia existiu.
Estreia satisfaz
“A Fazenda 18”, neste começo, está entregando os números que a Record esperava. Deu 5,6 na noite de estreia, com pico de 6,6 e 13,2% de share.
Garantiu o segundo lugar na faixa. Está longe dos números de outros tempos, mas essas comparações em relação ao passado nem são mais cabíveis nos dias atuais.
Por Leo Dias
